sábado, 27 de fevereiro de 2021
Ziki em Casa
terça-feira, 16 de fevereiro de 2021
Recursos de Ciências
sexta-feira, 29 de janeiro de 2021
Construções da sociedade
Todos somos uma construção da sociedade até optarmos deixar de o ser.
Esta é a minha conclusão após ver o filme Megamind, mais um filme de animação agradável de ver em família e com conteúdo ligeiro mas importante para o crescimento individual de cada um.
Os filmes não substituem qualquer relação social mas, tendo em conta que todos temos que ser agora muito mais caseirinhos, são uma excelente forma de passar o tempo e continuar a perceber o que é normal.
Sim, uma cabeça gigante azul não é normal! Não falo de formas físicas, como é lógico.
Mas isso até as crianças sabem distinguir: a fantasia da realidade. Os adultos começam a ter dificuldade nessa distinção a partir do momento que as únicas fontes de informação são o Facebook, notícias não orgânicas do Google ou os noticiários televisivos.
Neste filme ouvimos falar de expetativas, popularismos, sonhos, egocentrismos, entre outros conceitos que apenas acontecem em convívio com pessoas, quantas mais melhor.
Só sendo confrontados com outras realidades ou com as nossas realidades de outros pontos de vista conseguimos evoluir.
Ah! Isto se quisermos evoluir, claro.
Boas evoluções!
quinta-feira, 17 de dezembro de 2020
Uma questão de perspetiva
segunda-feira, 7 de dezembro de 2020
Magia dos legos
Neste caso, elejo os legos como objetos espelho da mente.
Em tempo de dias a fio em casa, privados do convívio com os colegas e dos ensinamentos da professora, é um resultado como o da figura que nos surpreende.
Surpreendente é ainda mais se "perdermos" 10 minutos a ouvir a explicação da construção.
Então, aqui temos uma escola. Hum... Suspeito...
Nesta escola os alunos vão de autocarro e cada um pode levar um animal consigo. Tanto os autocarros como os animais ficam no rés do chão.
No primeiro andar os alunos têm as prateleiras para guardarem o seu material e no segundo andar o grupinho reúne-se para ouvir a professora e com ela conversar.
No último andar há uma casa de banho.
Tendo em conta que as escolas não são na vertical, é interessante perceber a capacidade de resolução de um problema visto que as peças de lego não têm placas suficientes para conseguir colocar a escola na horizontal, como na realidade é.
Mas, o assustador disto é que toda esta complexidade estava na cabeça de uma criança que não tinha nada para fazer e o brinquedo que escolheu foram os legos.
Deixo a dica para deixarem os materiais disponíveis e dizerem apenas "Hoje tens todo o tempo para brincares ao que quiseres no teu quarto."
Depois é deixar fluir.
No final, mesmo que o quarto esteja virado de pernas para o ar, não deverá haver grandes ralhetes pois o quarto é da criança. Sim, deve estar arrumado, mas no final de tudo e, numa fase inicial, com a ajuda do adulto para a criança saber como se arruma. Cada dia que passa custará menos a arrumar.
As construções podem ficar montadas. São construções, fruto da brincadeira, não uma desarrumação. A seu tempo a própria criança irá descontruir e voltar a construir ou, pura e simplesmente, arrumar.
Bons tempos livres!
sábado, 28 de novembro de 2020
Adolescência mascarada
terça-feira, 6 de outubro de 2020
As mestras em dia de professor
Engraçado reparar hoje, após o dia temático de ontem... A mente tem destas coisas.
Mais engraçado é saber hoje o significado pois, antes de vir morar para Terras de Santa Maria, não sabia sequer que poderia existir a ocupação "Mestra".
Ora, afinal o que são?
Antigamente, e por aqui ainda nos dias de hoje, as donas de casa que, para além de tratarem da casa e da terra, ainda tinham tempo para educar os filhos de outras pessoas e as suas, de forma integral. Ou seja, eram aquelas pessoas responsáveis por ajudar com os trabalhos da escola ou, até mesmo, substituir a escola em casos de impossibilidade de frequentá-la por parte das crianças.
Nunca vista como uma profissão... Mas uma GRANDE responsabilidade.
Até porque o ensino foi evoluindo casa vez mais e mais rápido e as Mestras lá iam, ou vão, acompanhando.
Por isso, quando virem alguém que se deu muito bem na vida mas que, pelo histórico familiar, tudo indicaria que não iriam conseguir, devemos agradecer a quem esteve por trás desse sucesso. Pode ser a vizinha, a tia, a avó, ... O que é certo é que ensinou a vestir, a ter higiene, a estudar, a trabalhar e a tudo o que é necessário para uma vida em sociedade.
Neste caso, e agora uma visão romântica sobre a placa de rua, passo por aquela rua a imaginar onde moraria a Mestra Júlia e onde receberia as crianças daquela zona. E como o fazia tão bem, ao ponto de ganhar um nome na placa.
Bons ensinamentos!






