Depois de 3 meses, alterei o visual do blogue.
Não, não me fartei dos círculos às cores... Apenas geravam mais confusão na leitura, principalmente para quem já tem dificuldades em condições ditas "normais".
Aceitei a proposta feita durante o Curso de Introdução à Acessibilidade em Ambientes Virtuais, e estou a tentar tornar este espaço mais acessível a todos.
A primeira tarefa a fazer, visto que o espaço já estava criado, foi testar a sua acessibilidade.
Isso foi possivel através do validador http://www.acesso.umic.pt/webax/examinator.php.
Há muitos outros disponiveis, basta procurar através de um motor de busca.
Qualquer pessoa pode utilizar e verificar que erros são detectados no seu espaço.
Depois, vem a tarefa mais difícil, que é corrigir os erros...
Para quem percebe realmente de informática e toda a linguagem utilizada neste ambiente, torna-se mais fácil. A minha grande dificuldade resume-se ao facto de não saber o significado de certos termos técnicos e ao conhecimento do software disponivel.
Uma das soluções mais simples é colocarmo-nos do lado de quem tem o acesso dificultado e verificar quais as suas necessidades. Para isso é preciso conhecer um pouco as limitações dessas pessoas, aspecto este que abordámos no curso e que facilitou imenso este trabalho.
É um grande desafio que abracei com carinho. Mas admito que não terminará tão cedo, até porque, cada vez que colocar uma novidade no blogue, terei que validar e corrigir possiveis erros (se já os souber corrigir).
Esta é a minha reflexão sobre este trabalho enriquecedor. Para mim funcionou como um "abrir de olhos" e para perceber que as ajudas que podemos dar não são apenas visiveis. Há muito trabalho por trás.
Agradeço esta oportunidade de partilhar esta experiência e lanço este desafio aqueles que têm espaços virtuais !
terça-feira, 29 de junho de 2010
Comunicação, Inclusão e Qualidade de vida: Desafios e Propostas
Ao clicar em Rede Solidária, que também se encontra no item "Sítios interessantes" deste blogue, acedemos ao programa daquele que foi um dos melhores seminários que já fui até hoje.
Estiveram presentes oradores especialistas nas mais diversas áreas com que nos defrontamos no dia-a-dia, como por exemplo: cultura, música, desporto, tecnologia, educação, reabilitação, psicologia, física e química, literatura, computação, teatro, motricidade humana.
Os participantes passivos, que apenas assistiram, formavam um grupo inclusivo, pois era constituído por ouvintes, não ouvintes, invisuais, pessoas com problemas cognitivos e motores.
Foi um exemplo de como deveria ser a ESCOLA INCLUSIVA, pois todos foram capazes de participar independentemente das suas características.
Tal como o título deste post indica, o tema central foi a comunicação, apresentando-se propostas de como deve ser inclusiva e gerar qualidade de vida.
Não é tarefa fácil, pois nem os ditos "normais", por vezes, conseguem comunicar eficazmente e garantir a sua própria qualidade de vida e inclusão.
Um dos aspectos que gostaria de deixar aqui, dentro da imensa informação que foi fornecida neste evento, é o foco na formação dos educadores.
A mudança de mentalidade e hábitos adquiridos ao longo de anos de experiência e de formação que não estão adequados a esta nova realidade inclusiva.
Deveriamos deixar o mundo das suposições e boas intenções e passar para a acção, aproveitando tudo o que já está a ser feito nesse sentido.
A Internet é acessivel a todos, até aqueles que não têm a função do dedo para clicar.
Sei que parece provocador, mas a minha intenção é mesmo essa !
Revolta-me a preferência por deixar andar aquilo que já conhecemos e temos por certo, apenas pela estabilidade que isso causa.
Estabilidade essa que para uns significa não ter as mesmas oportunidades que outros, que tiveram a sorte de ter um educador inovador e preocupado com a auto-formação, quando a sua formação de base já está ultrapassada.
Aventurem-se a procurar o que existe sobre acessibilidade na WEB e verão um mundo de oportunidades para quem se pensava estar bloqueado por uma deficiência.
Estiveram presentes oradores especialistas nas mais diversas áreas com que nos defrontamos no dia-a-dia, como por exemplo: cultura, música, desporto, tecnologia, educação, reabilitação, psicologia, física e química, literatura, computação, teatro, motricidade humana.
Os participantes passivos, que apenas assistiram, formavam um grupo inclusivo, pois era constituído por ouvintes, não ouvintes, invisuais, pessoas com problemas cognitivos e motores.
Foi um exemplo de como deveria ser a ESCOLA INCLUSIVA, pois todos foram capazes de participar independentemente das suas características.
Tal como o título deste post indica, o tema central foi a comunicação, apresentando-se propostas de como deve ser inclusiva e gerar qualidade de vida.
Não é tarefa fácil, pois nem os ditos "normais", por vezes, conseguem comunicar eficazmente e garantir a sua própria qualidade de vida e inclusão.
Um dos aspectos que gostaria de deixar aqui, dentro da imensa informação que foi fornecida neste evento, é o foco na formação dos educadores.
A mudança de mentalidade e hábitos adquiridos ao longo de anos de experiência e de formação que não estão adequados a esta nova realidade inclusiva.
Deveriamos deixar o mundo das suposições e boas intenções e passar para a acção, aproveitando tudo o que já está a ser feito nesse sentido.
A Internet é acessivel a todos, até aqueles que não têm a função do dedo para clicar.
Sei que parece provocador, mas a minha intenção é mesmo essa !
Revolta-me a preferência por deixar andar aquilo que já conhecemos e temos por certo, apenas pela estabilidade que isso causa.
Estabilidade essa que para uns significa não ter as mesmas oportunidades que outros, que tiveram a sorte de ter um educador inovador e preocupado com a auto-formação, quando a sua formação de base já está ultrapassada.
Aventurem-se a procurar o que existe sobre acessibilidade na WEB e verão um mundo de oportunidades para quem se pensava estar bloqueado por uma deficiência.
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Glee - Imagine
Grupo coral mudo, que canta a música "Imagine" em Língua Gestual, mas para ouvintes. Estes ouvintes começam também a cantar, mas em Língua Inglesa, saem da plateia e juntam-se ao grupo coral de pé. No final todos batem palmas e riem pelo grupo inclusivo que formaram.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
O emergir da economia do conhecimento em rede
Com os alunos a crescerem numa era digital de sociedade em rede, e tendo em conta que os professores devem receber formação para acompanhar esta evolução, torna-se também necessário perceber a relação existente entre a Internet e a Educação no Ensino Básico e Secundário.
Peters (2007), referido por Carvalho (2007), considera a presença de uma sociedade de conhecimento e também uma economia do conhecimento, ao longo dos tempos.
Carvalho (2007), com referência a vários autores, acrescenta a este dualismo a evolução durante várias décadas:
Nos anos 70, consideravam-se ideias de uma economia associada à rede e a possibilidade de mercado alternativo.
Nos anos 90, deram-se mudanças globais nas indústrias da informação e a liberalização das telecomunicações. O conhecimento deixou de ser apenas adquirido e transmitido, passando a ser construído e produzido. Desta forma, os detentores do conhecimento deixam de pertencer a uma elite.
Na actualidade, o conhecimento construído cresce de ano para ano, reforçando-se o desenvolvimento da capacidade de seleccionar, transformar e reutilizar em novas situações.
Com o conceito da nova geração Web, desenvolvido por Berners-Lee e World Wide Web Consortium (W3C) (2007), pretende-se criar uma forma de trocar informação a nível global, com documentos descritos e com o significado explícito, para que tenham mais visibilidade e sejam de fácil procura.
Nesse sentido, O’Reilley (2005) refere a Web 2.0 para conceptualizar esta nova geração. Uma era em que a colaboração e a partilha de informação são facilitadas pela interacção possível. Onde o software está online e não no disco rígido, bem como as redes sociais passam a ser “social bookmarking” (Bryant, 2006, por Carvalho, 2007).
A autora acrescenta a Tecnologia RSS (Really Simple Syndication) que permite que o utilizador seja notificado quando há alterações às redes e outros espaços que esteja a seguir.
Toda esta conectividade torna necessário que todos os professores e alunos desenvolvam a capacidade de lidarem com o conhecimento na rede. São muitas as hipóteses e oportunidades em rede, em todos os sectores da sociedade civil, e a educação não se pode divorciar disso.
Albion e Maddux (2007, por Carvalho, 2007), referem 3 pilares para esta nova fase: (1) direitos de autor e plágio, respeitando cada contributo pelo reconhecimento do seu autor; (2) capacidades e competências para colaboração efectiva, trabalho em conjunto e em partilha permanente; (3) avaliação do aluno, reflectida na rede.
São vários os autores que estudam sobre este novo conceito. Carvalho (2007) tem em conta também Monereo (2005) que refere que a Internet é uma extensão cognitiva de cada indivíduo e um meio de socialização em larga escala. Com esta nova forma de aprender, o autor refere que podem ser rentabilizadas competências como: procurar informação, comunicar, colaborar e participar na sociedade.
As ferramentas e recursos, as oportunidades e meios passam a ser diversificados e em grande número, estando disponíveis para professores e alunos de todos os níveis de ensino. Resta saber utilizar o que existe para que seja aplicado na Educação e sociedade.
Bibliografia - Carvalho, A.(2007) - Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS – Revista de Ciências da Educação N.º 3. Universidade do Minho (fornecido pela UC “Educação e Internet”, online)
Peters (2007), referido por Carvalho (2007), considera a presença de uma sociedade de conhecimento e também uma economia do conhecimento, ao longo dos tempos.
Carvalho (2007), com referência a vários autores, acrescenta a este dualismo a evolução durante várias décadas:
Nos anos 70, consideravam-se ideias de uma economia associada à rede e a possibilidade de mercado alternativo.
Nos anos 90, deram-se mudanças globais nas indústrias da informação e a liberalização das telecomunicações. O conhecimento deixou de ser apenas adquirido e transmitido, passando a ser construído e produzido. Desta forma, os detentores do conhecimento deixam de pertencer a uma elite.
Na actualidade, o conhecimento construído cresce de ano para ano, reforçando-se o desenvolvimento da capacidade de seleccionar, transformar e reutilizar em novas situações.
Com o conceito da nova geração Web, desenvolvido por Berners-Lee e World Wide Web Consortium (W3C) (2007), pretende-se criar uma forma de trocar informação a nível global, com documentos descritos e com o significado explícito, para que tenham mais visibilidade e sejam de fácil procura.
Nesse sentido, O’Reilley (2005) refere a Web 2.0 para conceptualizar esta nova geração. Uma era em que a colaboração e a partilha de informação são facilitadas pela interacção possível. Onde o software está online e não no disco rígido, bem como as redes sociais passam a ser “social bookmarking” (Bryant, 2006, por Carvalho, 2007).
A autora acrescenta a Tecnologia RSS (Really Simple Syndication) que permite que o utilizador seja notificado quando há alterações às redes e outros espaços que esteja a seguir.
Toda esta conectividade torna necessário que todos os professores e alunos desenvolvam a capacidade de lidarem com o conhecimento na rede. São muitas as hipóteses e oportunidades em rede, em todos os sectores da sociedade civil, e a educação não se pode divorciar disso.
Albion e Maddux (2007, por Carvalho, 2007), referem 3 pilares para esta nova fase: (1) direitos de autor e plágio, respeitando cada contributo pelo reconhecimento do seu autor; (2) capacidades e competências para colaboração efectiva, trabalho em conjunto e em partilha permanente; (3) avaliação do aluno, reflectida na rede.
São vários os autores que estudam sobre este novo conceito. Carvalho (2007) tem em conta também Monereo (2005) que refere que a Internet é uma extensão cognitiva de cada indivíduo e um meio de socialização em larga escala. Com esta nova forma de aprender, o autor refere que podem ser rentabilizadas competências como: procurar informação, comunicar, colaborar e participar na sociedade.
As ferramentas e recursos, as oportunidades e meios passam a ser diversificados e em grande número, estando disponíveis para professores e alunos de todos os níveis de ensino. Resta saber utilizar o que existe para que seja aplicado na Educação e sociedade.
Bibliografia - Carvalho, A.(2007) - Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS – Revista de Ciências da Educação N.º 3. Universidade do Minho (fornecido pela UC “Educação e Internet”, online)
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segunda-feira, 10 de maio de 2010
Conceber e Organizar um Contexto de Aprendizagem Online
Com a actualização constante das novas tecnologias, o aparecimento de novas ferramentas e o interesse dos alunos de hoje tão diferentes dos alunos de ontem, é necessário que o professor se sinta bem neste novo contexto, se sinta capaz de continuar com a sua missão num contexto de aprendizagem online.
Para isso, Terry Anderson escreve sobre o papel do professor, agora também muito focado como tutor, neste tipo de contexto e levanta a problemática de como conceber e organizar este contexto de aprendizagem online.
Neste contexto, online, a presença do professor passa por criar e manter o conteúdo, podendo trabalhar sozinho ou com o tutor. Como é online, existe a possibilidade de flexibilizar e rever o conteúdo no próprio local, podendo prosseguir no decorrer do curso.
A Internet, com os recursos educativos e conteúdos aí disponíveis, apoia e oferece diversas formas de interacção, permitindo negociação de conteúdos e actividades. A autonomia de todos os participantes é aumentada, bem como o controlo.
Os custos que são gerados por esta flexibilidade, podem ser previstos pelo professor que se diz eficaz, prevendo as negociações que tendem a satisfazer as necessidades únicas de aprendizagem.
Estes custos podem ser minimizados pelos repositórios multimédia existentes online. Assim, reutilizam-se “objectos de aprendizagem”, sendo o papel do professor criar ou recriar a partir do que já existe, vinculando a presença do professor.
O professor deve motivar, podendo recorrer a vários estilos, como por exemplo, o estilo conversacional (Holmeberg, 1998, citado por Anderson, 2004), onde o professor personaliza a conversa e o aluno consegue identificar-se com o que foi exposto. Em simultâneo, os alunos devem ter consciência que essa motivação é útil.
Orientar e apoiar a aprendizagem é também o papel do professor, devendo estabelecer prazos tanto para actividades de grupo como para o trabalho individual. Verifica-se que o ritmo próprio de aprendizagem prevalece, mas a estrutura temporal não deixa de existir.
Ser capaz de construir (ou levar a) uma comunidade que explora conteúdos, fornecer formas frequentes e diversificadas de avaliação formativa, são também aspectos que se alteram neste contexto. Com diferentes práticas e formas de trabalhar o conteúdo, a avaliação é mais subjectiva e tem em conta todo o contexto.
Deve conceber actividades para estudo independente. Desta forma, e em simultâneo, responderá às necessidades de todos.
Estas novas formas mudarão o papel da concepção de professor, desde a definição de conteúdos, personalização, aplicação e contextualização das sequências de aprendizagem.
Anderson, tem em conta que a presença de ensino, do professor, está associada e é influenciadora da concepção e organização de contextos de aprendizagem online. Deve esta presença ser repensada e posta em prática para que estes contextos se tornem verdadeiros ambientes virtuais de aprendizagem.
Bibliografia - Anderson, T.(2004) - O Processo de Ensino num Contexto de Aprendizagem Online (fornecido pela UC “Educação e Internet”, online)
Para isso, Terry Anderson escreve sobre o papel do professor, agora também muito focado como tutor, neste tipo de contexto e levanta a problemática de como conceber e organizar este contexto de aprendizagem online.
Neste contexto, online, a presença do professor passa por criar e manter o conteúdo, podendo trabalhar sozinho ou com o tutor. Como é online, existe a possibilidade de flexibilizar e rever o conteúdo no próprio local, podendo prosseguir no decorrer do curso.
A Internet, com os recursos educativos e conteúdos aí disponíveis, apoia e oferece diversas formas de interacção, permitindo negociação de conteúdos e actividades. A autonomia de todos os participantes é aumentada, bem como o controlo.
Os custos que são gerados por esta flexibilidade, podem ser previstos pelo professor que se diz eficaz, prevendo as negociações que tendem a satisfazer as necessidades únicas de aprendizagem.
Estes custos podem ser minimizados pelos repositórios multimédia existentes online. Assim, reutilizam-se “objectos de aprendizagem”, sendo o papel do professor criar ou recriar a partir do que já existe, vinculando a presença do professor.
O professor deve motivar, podendo recorrer a vários estilos, como por exemplo, o estilo conversacional (Holmeberg, 1998, citado por Anderson, 2004), onde o professor personaliza a conversa e o aluno consegue identificar-se com o que foi exposto. Em simultâneo, os alunos devem ter consciência que essa motivação é útil.
Orientar e apoiar a aprendizagem é também o papel do professor, devendo estabelecer prazos tanto para actividades de grupo como para o trabalho individual. Verifica-se que o ritmo próprio de aprendizagem prevalece, mas a estrutura temporal não deixa de existir.
Ser capaz de construir (ou levar a) uma comunidade que explora conteúdos, fornecer formas frequentes e diversificadas de avaliação formativa, são também aspectos que se alteram neste contexto. Com diferentes práticas e formas de trabalhar o conteúdo, a avaliação é mais subjectiva e tem em conta todo o contexto.
Deve conceber actividades para estudo independente. Desta forma, e em simultâneo, responderá às necessidades de todos.
Estas novas formas mudarão o papel da concepção de professor, desde a definição de conteúdos, personalização, aplicação e contextualização das sequências de aprendizagem.
Anderson, tem em conta que a presença de ensino, do professor, está associada e é influenciadora da concepção e organização de contextos de aprendizagem online. Deve esta presença ser repensada e posta em prática para que estes contextos se tornem verdadeiros ambientes virtuais de aprendizagem.
Bibliografia - Anderson, T.(2004) - O Processo de Ensino num Contexto de Aprendizagem Online (fornecido pela UC “Educação e Internet”, online)
Qualidades do e-professor
Focada a presença do professor, a presença de ensino, Anderson, conclui o seu texto sobre “O Processo de Ensino Num Contexto de Aprendizagem Online”, referindo as qualidades que um professor online deve possuir. Desta forma, responde à questão que alguns professores colocam: o que devo ser para ter sucesso neste novo contexto?
O autor refere três grandes grupos de características, veremos aqui cada um deles.
O professor deve ser excelente. E como? O gosto pela interacção com os alunos deve ser uma constante. Deve conseguir transmitir com entusiasmo e motivação os conteúdos que conhece bem, a matéria que lecciona. A pedagogia ou andragogia devem ser compreendidas, bem como possuir um reportório de actividades de aprendizagem que motivem e avaliem as aprendizagens efectivas.
Outra característica é possuir capacidades técnicas, conhecimentos para navegar e contribuir no contexto de aprendizagem online. Para isso necessita ter acesso a diferente hardware, bem como ser eficaz na utilização da Internet, quer seja no sentido pessoal de competência ou no à vontade no contexto.
Por fim, e interligado com as outras, deve ser um professor eficaz online, com versatilidade, capacidade de inovação e a preserverança de um pioneiro.
Desta forma, terá mais oportunidades de sucesso. É um trabalho de constante manutenção e actualização, pois as próprias tecnologias e software também o são.
Bibliografia - Anderson, T.(2004) - O Processo de Ensino num Contexto de Aprendizagem Online (fornecido pela UC “Educação e Internet”, online)
O autor refere três grandes grupos de características, veremos aqui cada um deles.
O professor deve ser excelente. E como? O gosto pela interacção com os alunos deve ser uma constante. Deve conseguir transmitir com entusiasmo e motivação os conteúdos que conhece bem, a matéria que lecciona. A pedagogia ou andragogia devem ser compreendidas, bem como possuir um reportório de actividades de aprendizagem que motivem e avaliem as aprendizagens efectivas.
Outra característica é possuir capacidades técnicas, conhecimentos para navegar e contribuir no contexto de aprendizagem online. Para isso necessita ter acesso a diferente hardware, bem como ser eficaz na utilização da Internet, quer seja no sentido pessoal de competência ou no à vontade no contexto.
Por fim, e interligado com as outras, deve ser um professor eficaz online, com versatilidade, capacidade de inovação e a preserverança de um pioneiro.
Desta forma, terá mais oportunidades de sucesso. É um trabalho de constante manutenção e actualização, pois as próprias tecnologias e software também o são.
Bibliografia - Anderson, T.(2004) - O Processo de Ensino num Contexto de Aprendizagem Online (fornecido pela UC “Educação e Internet”, online)
A Importancia do Blog na Educação
Apenas uma das variadas perspectivas que justificam a utilização de blogues na Educação.
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