domingo, 2 de outubro de 2011

AMURT Portugal


"Projecto SOS Escolas foi lançado no ano lectivo 2010/2011, com o objectivo de promover o intercâmbio cultural entre escolas portuguesas e escolas de países em vias de desenvolvimento, fomentando a solidariedade e a tolerância entre povos.
Seguindo a visão do Projecto SOS -Adopção à Distância de crianças, o SOS Escolas pretende ajudar a suprir necessidades de escolas com dificuldades, contribuindo para o desenvolvimento pessoal e educacional das crianças e jovens que as frequentam. Estes, por sua vez, empenham-se em enviar notícias sobre a situação e evolução da escola, no sentido de reforçar a importância e o impacto da ajuda prestada.
Este é um projecto da AMURT Portugal, cuja missão é erradicar o ciclo de pobreza e desigualdade social de povos e populações carenciadas, com base na assistência humanitária de emergência, na satisfação de necessidades básicas, de educação e bem-estar social, bem como a capacitação de comunidades mais desfavorecidas para o desenvolvimento a longo prazo.
Procuramos o desenvolvimento total e harmonioso do indivíduo, fomentando relações de proximidade e contínua troca de conhecimentos e experiências."

Para saber mais sobre este projeto veja o site http://www.amurt.pt/ e o blogue http://sosescolas.wordpress.com/.
Esta informação foi retirada da newsletter enviada pela associação que solicita divulgação para outros professores e escolas.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Educação, um recurso para o desenvolvimento

A maioria das pessoas tem consciência que a educação é um recurso para o desenvolvimento quer individual, nos diferentes domínios, quer coletivo, da sociedade em geral, independentemente do país ou cultura.
Ao ler um artigo sobre isto, fui confrontada com dados que provam que ainda há raparigas adolescentes que abandonam a escola muito cedo para casar ou simplesmente porque a sua cultura não permite continuar num mundo que defendem ser para homens.
Estes estudos indicam também que são os países de 3º mundo ou em vias de desenvolvimento que têm maior número de raparigas adolescentes nesta situação.
O caminho que alguns países tomaram, incluindo as mulheres em profissões que só homens conseguiam atingir, levou ao seu desenvolvimento social e económico.
Desta forma, pensa-se que as restantes culturas e países que ainda não seguiram este exemplo, deveriam investir mais na mudança de mentalidades que permitisse que as raparigas adolescentes não fossem obrigadas a seguir um futuro que não desejam, abandonando a escola sem ter oportunidade de escolher uma profissão, ou sequer ter alguma!
Outras culturas há, como Moçambique na Província do Niassa pelo menos, onde esta regra não está instituída, mas subtilmente também reina, pois as raparigas são mães logo que lhes é possível (com a vinda da menstruação).
Penso até que será pior do que ter casamento prometido, pois naquele caso são mães cedo mas não casam, tendo filhos até de diferentes pais que não os reconhecem como filhos...
E ainda, para agravar a estatística, depois de serem mães, voltam aos estudos, indo até para o ensino superior mesmo depois de 3 ou 4 filhos que ficam com os familiares ou mesmo pela rua.
Desenvolvimento... Cada um desenvolve-se como mais convém a si e como lhe deixam desenvolver no seu meio.

sábado, 24 de setembro de 2011

Formiga muchém

Como referi quando voltei de Moçambique, vi coisas que me deram que pensar e muitas são as reflexões que vou tendo.

Uma das reflexões que gostaria de partilhar é sobre a formiga muchém (termo utilizado naquele país).

Para saber mais sobre elas, encontrei um site interessante http://www.matrixdedetiza.com.br/pragas.html (de onde foi retirada a fotografia das formigas). Fui procurar informação pois o que me contaram sobre elas deixou-me surpreendida.

Começando pelo facto de “o povo” as comer e as achar saborosas, o formigueiro também me deixou de boca aberta.

Estava um dia na casa que me acolheu em Lichinga, quando fui à sala e reparei que no buraquinho do chão que estava cada vez maior estavam umas coisitas a mexer. Aproximei-me e quando vi aqueles bichinhos castanhos, não maiores do que a unha do nosso dedo mais pequeno da mão, lancei a pergunta para o ar “O que é isto?”.

Ver todo o tipo de bicho na rua, até nem me surpreendeu, mas a casa ser invadida por bichos vindos de buracos no chão feitos por eles, isso era outra conversa.

Corri à vizinha do lado, expliquei-lhe a situação e depois dela verificar in loco o que se passava, explicou-me que aqueles bichos castanhos eram formigas muchém, que normalmente circulam em terra vermelha e costumam fazer os seus formigueiros furando até à superfície e fazendo “castelos” (termo utilizado por ela) que ficam duros como pedra e ganham as mais diversas formas.

Claro que esta última parte achei um exagero, mesmo vendo o buraco que elas fizeram no chão da sala... Até ao dia em que vi o formigueiro que está na fotografia que vos mostro, dia em que tive a certeza de que a descrição não era um exagero.

Sim, esta “coisa” pontiaguda é um formigueiro de muchém, que está ao lado de uma campa (os cemitérios não têm vedações).

Porque é que esta recordação me faz refletir?

Pois bem, depois de ter recebido o e-mail com o filme que vos mostrei em baixo, pensei logo nestas formigas...

Como é que as formigas, tão pequenas, em conjunto conseguem fazer esta obra tão grande e firme (eu experimentei destruir um formigueiro mais pequeno, sem sucesso) e manter a sobrevivência da sua espécie em terrenos tão vastos, e nós, num país tão pequeno, conseguimos fazer tanta confusão e conflito que em vez de construir para cima, andamos às voltas ao longo dos anos?

Faz-me lembrar conceitos como: colaboração, cooperação, caminhar e trabalhar para um bem comum...

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Portugal em crise


Mais uma vez, venho mostrar-vos um vídeo que circula pelo e-mail e que muito se identifica com a nossa situação atual enquanto país.
Os autores estão identificados no final do vídeo.
Esta mensagem circula acompanhada do conselho: Ouvir e refletir.
Sugiro o mesmo, mas não reflitam muito, pois a depressão é uma doença da moda, e sabe-se lá em que porta irá bater...

A Feira Popular Digital


Depois de alguns anos da trágica decisão (para alguns) de demolir toda a Feira Popular de Lisboa, única em todo o país, eis que surge a Feira Popular Digital do Centro de Competências da Universidade do Minho.
Não é a mesma coisa, claro! Nem o público-alvo é o mesmo. Agora é tudo muito... digital!
Mas porque não juntar mais do que uma criança e jogar em grupo? Pode ser que estimule aspetos nunca pensados para quem só vê o computador como uma máquina e algo isolado.
Já circulei pelos diferentes jogos e gostei do que vi e ouvi. Mesmo que soe a publicidade, cá fica a idéia para quem quiser aproveitar.
Fica aqui o link para quem tem turmas, filhos, sobrinhos, ou melhor, educandos a quem dar a oportunidade de tornar mais estimulante para o seu desenvolvimento cada visita à Internet.
Sei que há leitores do blogue que não têm educandos à sua responsabilidade, pois são eles os próprios. Para vocês é só clicar e entrar, com toda a segurança.
A Feira Popular

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Mais sobre o voluntariado

Como estamos numa maré de voluntariado ou, pelo menos, da sua promoção, deixo aqui a ideia de visitar Oliveira de Azeméis em meados de Novembro e aproveitar para espreitar o XIII Congresso Internacional de Animação Sociocultural "Voluntariado e Cidadania Ativa".
Para saberem mais deixo aqui o link: Congresso