domingo, 20 de maio de 2018

Puzzle tradicional


Puzzle com paisagem natural de 500 peças construído pelos alunos do Espaço Crescer de Arada ao longo de 2 meses



Puzzle sobre desporto de 500 peças construído pelos alunos do Espaço Crescer de Arada ao longo de 3 semanas

Construção do 1º puzzle em cooperação entre todos os alunos, colaboradores e pais do Espaço Crescer de Arada

Construção de um puzzle sobre uma paisagem natural de 1000 peças no Espaço Crescer de Ovar

O primeiro desafio lançado pelo mundo dos puzzles foram 3 puzzles tradicionais. Dois de 500 peças e um de 1000 peças.
Inicialmente todos foram espontaneamente cativados para ajudar a deixar os puzzles completos.
Ao longo dos dias, o interesse apenas ficou para quem continuou com a persistência e paciência que se deve ter para a dificuldade crescente da construção de um puzzle.
Recolhidas as opiniões sobre este tipo de puzzle, temos:
"Fazer puzzles é divertido."
"Faz crescer, é bom e é fixe."
"Os puzzles são jogos divertidos."
"Jogar puzzles faz crescer."
"Fazer puzzles é divertido até quando estamos mal dispostos."
"O que me traz de menos bom fazer puzzles é ser cansativo."
"Acho que fazer puzzles exige muita concentração, e quando não encontramos a peça que queremos irrita. Mas acho que fazer puzzles é bom para o nosso cérebro e ajuda-nos a desenvolver mais a paciência."
"Precisa-se de muita concentração e paciência para fazer puzzles."
"Os puzzles são para brincar e jogar. É muito fixe."

Tendo em conta que os autores de algumas destas frases são menores de 10 anos, e observando os participantes da construção do puzzle diariamente, posso afirmar que, neste caso, os puzzles são demasiado complexos, quer em número de peças quer no tipo de imagem, para que os mais novos continuem cativados até ao final da tarefa.
O que aconteceu ao longo do tempo foi um menor número de crianças de 1º ciclo a participar e a maior dedicação dos alunos de 3º ciclo. Os alunos de 2º ciclo e adultos apenas colaboraram quando tinham mesmo um tempo livre, de espera por algum motivo.

Mas todos, ao realizarem a tarefa, conseguiram estar:
- atentos ao que realizavam
- concentrados no objetivo final
- com intenção de resolver o problema de peças mais dificeis
- em convívio e colaboração com outros que ajudaram a construir
- expectantes com o resultado final

Por acaso, num dos puzzles ficaram a faltar duas peças. Não foi crítico, pois a imagem estava praticamente completa e a missão foi dada por terminada.

Bons puzzles!



domingo, 13 de maio de 2018

A mudança com puzzles

Afinal, para que servem os puzzles?
Será que perdemos tempo com eles ou ganhamos alguma coisa?
Há para crianças por ser apenas útil para elas ou serão importantes também noutras idades?

Os tradicionais planos são os melhores ou as inovações, em 3D, por exemplo, vieram dar algo mais?

Devemos obrigar a um tema ou deixar a escolha gráfica para cada um?

Podemos utilizar qualquer puzzle ou temos adaptações a idades, temas e interesses?

Inicio hoje uma série de artigos para conversarmos melhor sobre esta ferramenta tão antiga que se pode traduzir nos mais variados enigmas de construção lógica.
Que competências podemos desenvolver, que ideias há conforme as idades, são apenas dois dos muitos aspetos que tentaremos abordar de forma a que o desenvolvimento cognitivo aconteça no dia a dia.

Será que os adultos também têm coragem para começar e acabar um puzzle ou enigma? Mesmo com 12 peças ou menos peças?

Fica o desafio!
Bons quebra-cabeças!

terça-feira, 17 de abril de 2018

Antivírus


Partilha de informação pessoal


Há vida offline



"Sexting"

Porque em Portugal fazemos coisas boas que são deixadas para trás, dedico o dia de hoje a apelar a mais iniciativas destas e ao apoio das mesmas.
Aqui fica o canal português https://www.youtube.com/user/erteseguranet, que tem apenas 134 subscritores...
E o site para saber mais: http://www.seguranet.pt/pt.

Boa segurança virtual!

sexta-feira, 23 de março de 2018

Educação na Finlândia


Ministra da Educação da Finlândia. "Professores são segredo do modelo de educação"
O vídeo que deixo acima é de alguns anos atrás, mas a tendência mantém-se.

Em Portugal sabemos como funciona.
Seria interessante perceber o que teríamos que mudar para tentar alcançar, também nós, esta satisfação na profissão, por parte dos professores, e em aprender e estar na escola, por parte dos alunos.
Ser um país de referência poderá não ser o nosso objetivo, pois para tal teríamos que mudar muitas outras coisas que nem sequer estão diretamente, pelo menos de forma explícita, ligadas à educação.
Mas podemos tentar educar para criarmos cidadãos cada vez mais aptos a viver nesta "aldeia global" em que mudar de país de residência e de trabalho é cada vez mais frequente e normal. Não é uma coisa má.

Fiquei especialmente contente ao ler o artigo pois, no Centro Educativo e de Formação Espaço Crescer (https://espacocrescer2012.wordpress.com/), já trabalhamos de forma a "que aprender passa também por deixar as crianças brincar e fazerem parte de um grupo".

Boas aprendizagens!