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sábado, 8 de agosto de 2020

Num balde de praia



Lamejinhas num balde de praia, quem diria?!

Num dia de praia em que o clima não convida nada a estar ali, o que fazer?

Ir para a praia na mesma e aproveitar para explorar o que de melhor o local nos dá.

Os mais pequenos preferem construções na areia e apanhar conchas e outras formas, que podem ser exploradas de forma divertida e com alguma atenção a conteúdos que podem ser revistos tranquilamente em contexto real. Por exemplo, formas geométricas, contagens, espécies marinhas, ...

Os adultos surpreendem-se por encontrarem algo muito interessante também para eles, neste caso, comestível.

De um dia que parece perdido pela temperatura e nevoeiro, conseguimos a experiência incrível e saborosa de apanhar lamejinhas, conservá-las no balde de praia, chegar a casa e cozinhá-las de forma simples e degustá-las logo de seguida. Explorar todo o processo e a receita com os mais novos, até à adolescência, é levá-los para outra dimensão da vida que não se consegue de outra forma.

Neste caso temos a praia de Esmoriz como palco e a maré baixa como artista principal. Para ver as marés basta ir à Internet e pesquisar, pesquisa esta que pode ser feita pelos adolescentes da família, caso os haja.

Num ambiente calmo onde apenas as ondas estão com pressa, qualquer um cresce e desenvolve-se psicologicamente pela positiva.

Não resisti em partilhar, pois o mais simples momento pode ter um grande impacto no nosso dia a dia.

Boas praias!

sexta-feira, 31 de julho de 2020

Ele anda aí



Ele anda aí mas nós também devemos continuar a andar, com todos o cuidados para a época que se vive, claro, mas nunca ficar à espera que passe.
Porquê?
Porque nas cabecinhas dos mais novos e de todos os outros, o que fica é o que deixamos ficar.
Isto é evidente quando encontramos um painel explicativo das espécies que podemos encontrar em determinado local e uma anémona é confundida com o coronavírus.
A anémona que é realmente arredonda, com tentáculos e de cor avermelhada (pelo menos esta espécie das mais de 100 espécies das Berlengas) vê-se menos popular no seu território do que o coronavírus.
Quando crianças que ainda não aprenderam a ler e a escrever conseguem identificar um vírus pela imagem, significa que de alguma forma estão a ser alvo de um agente que as ensina. Neste caso, a televisão e o seu jornalismo.
Ora, é engraçado até determinado ponto.
Se continuarmos a não sair, a limitar e a não arriscar, continuamos a afunilar as aprendizagens naturais e espontâneas dos mais novos. Continuamos a encher a cabeça dos mais velhos com problemas e medidas de proteção apenas.

Somos todos mais que isso.

Já que o turismo para o estrangeiro está bastante limitado, é de aproveitar o território português que temos.
Nem que seja ir ao aquário do concelho vizinho para ver peixes nadar, ou ir à mata mais próxima, ou à praia deserta e sem nada de aparentemente interessante, ou ao shopping ver montras.

Apenas não devemos deixar que o confinamento continue a fazer das suas. Não é bom para ninguém.

Bons passeios!

terça-feira, 21 de abril de 2020

Educação Ambiental


Com o dia 22 de abril para comemorar o dia do nosso Planeta Terra, partilho aqui o Programa Virtual de Educação Ambiental da Câmara Municipal do Porto.
Um programa pensado para os amantes da natureza de qualquer idade, com rigor científico, o mais aproximado possível da realidade. Sendo de curta duração, a sua visualização é simples e convidativa.
As histórias e contos infantis são uma ótima ferramenta de aprendizagem para os mais novos. Mas a vida real também lhes deve ser apresentada. O ser humano é curioso desde que nasce, e crescer é aprender constantemente através da descoberta do mundo real.
Já que não podemos passear nesta fase do ano tão cheia de vida natural, a Primavera, temos aqui a oportunidade de ficar a conhecer o que os especialistas em ambiente têm para nos mostrar, na esperança de podermos todos voltar a passear livremente outra vez, em breve.

Boas descobertas!